Câncer de mama: a importância do autoexame e da detecção precoce

Câncer de mama: a importância do autoexame e da detecção precoce

O câncer de mama é o que mais acomete mulheres em todo o mundo, depois do câncer de pele não melanoma. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA), haverá cerca de 59.700 novos casos no Brasil em 2018. A boa notícia é que os avanços no diagnóstico permitem tratamentos mais eficazes e menos agressivos, aumentando a chance de estabilização e cura da doença quando detectada em estágio inicial.

Fatores de risco e sintomas

O câncer de mama é um tumor maligno resultado da proliferação anormal e desordenada de células no tecido mamário. Ainda que não esteja associado a uma causa específica, há diversos fatores que aumentam o risco de desenvolvimento da doença, como histórico familiar, menarca precoce, idade avançada, menopausa tardia, obesidade, tabagismo e reposição hormonal prolongada.

Em geral, o primeiro sintoma é o aparecimento de um nódulo na mama, normalmente duro e indolor, que pode se manifestar também na região da axila. Além do caroço, também pode haver alteração na forma e tamanho dos seios, alteração na pele e secreção pelo mamilo.

Autoexame e diagnóstico

Conhecer o próprio corpo é muito importante para fazer o autoexame de mamas. Uma semana após o início da menstruação, a mulher deve observar e apalpar os seios, seja no banho ou em um momento confortável. Tomando esse cuidado, poderá perceber uma eventual alteração e procurar rapidamente seu médico.

A realização de exames como a mamografia visa detectar lesões tumorais em fase inicial. Recomenda-se que esse exame seja feito anualmente em mulheres a partir dos 40 anos, devendo ser antecipado em razão de fatores de risco, como câncer na família.

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