Doenças que o exame de videohisteroscopia pode identificar

Em evolução contínua, a medicina se beneficiou dos avanços tecnológicos e vem proporcionando diagnósticos mais detalhados e precisos. A videohisteroscopia diagnóstica é um exemplo: utiliza o histeroscópio, instrumento dotado de microcâmera e emissor de luz, para investigar alterações no útero através de imagens de vídeo visualizadas em tempo real em monitor.

“Por meio deste exame é possível analisar a simetria e tamanho de componentes do útero, assim como detectar doenças que afetam a saúde e qualidade de vida das pacientes”, afirma a Dra. Ivani Pires de Andrade Kehdi, ginecologista da Scope. Realizado em consultório médico, este procedimento minimamente invasivo não requer anestesia e nem internação, permitindo às pacientes o retorno imediato às atividades cotidianas. Ele é solicitado pelo ginecologista para complementar a investigação de problemas, como:

– Avaliação de sangramento uterino anormal;

– Avaliação de causas de infertilidade e de abortamentos repetidos;

– Identificação de pólipo endometrial, que se desenvolve no colo ou na parede uterina e impede a fixação do embrião no útero;

– Identificação de miomas, que podem provocar infertilidade, sangramentos excessivos e abortamentos;

– Obstrução das tubas uterinas, condição que dificulta a fecundação;

– Identificação de câncer de endométrio.

Em alguns casos, no mesmo procedimento é possível fazer o tratamento das doenças, realizando a retirada de pólipos, miomas e aderências uterinas. Além disso, a videohisteroscopia também é utilizada para localização e retirada de DIU cujos fios não estão visíveis.

A Scope possui uma equipe especializada no diagnóstico e tratamento de patologias ginecológicas, através de técnicas modernas e minimamente invasivas. Agende a sua consulta online ou ligue pra gente: (11) 3849-1818.