O que é  a Cólica Menstrual? Antes de mais nada é importe frisar que a menstruação é normal e mensalmente acompanha a mulher desde seus 12-13 anos até sua entrada na menopausa que ocorre na faixa dos 47-52 anos. Além disso considera-se normal o aparecimento de cólicas de intensidade leve, por um ou dois dias […]

O que é  a Cólica Menstrual?

Antes de mais nada é importe frisar que a menstruação é normal e mensalmente acompanha a mulher desde seus 12-13 anos até sua entrada na menopausa que ocorre na faixa dos 47-52 anos.

Além disso considera-se normal o aparecimento de cólicas de intensidade leve, por um ou dois dias no início ou no dia que antecede a menstruação.

Metade das mulheres tem cólicas, bem como em 10% delas essa cólica é de grande intensidade. Chama-se dismenorréia, palavra originada do grego, que significa menstruação difícil.

Além da cólica menstrual outros sintomas podem antecipar a menstruação constituindo a TPM (tensão pré menstrual) e continuar durante a menstruação interferindo na qualidade de vida destas mulheres. Sintomas como: dor de cabeça, enjoo, vômitos, alterações intestinais, dor lombar, dores nas pernas, cansaço, bem como o nervosismo.

Por que acontece?

Primeiramente pode acontecer logo no início das menstruações e é chamada de dismenorréia primária. Existe uma formação de prostaglandinas (substância) que produz contrações uterinas em quantidade elevada e provoca a dor. Isto depende do organismo da mulher é um fator individual.

Por outro lado, a cólica intensa pode surgir mais tardiamente sendo chamada de dismenorréia secundária. Nestes casos, pode estar relacionada a doenças ginecológicas como: infecções, endometriose, miomas, cistos de ovário, tumores, etc.

Como tratar?

Seja como for, ao ginecologista cabe afastar doenças ginecológicas que podem ser causa das cólicas menstruais. Se encontrarmos alguma doença como: endometriosemiomascistos de ovário, infecções, etc, deveremos seguir o tratamento específico da doença para resolver a cólica.

Caso nada de anormal seja encontrado recomenda-se repouso, alimentação leve, calor local, analgésicos e anti-inflamatórios.

Preventivamente recomenda-se sempre aumento dos exercícios físicos, diminuição da ingestão de sal, álcool e cafeína. Com estes cuidados consegue-se eliminar ou diminuir substancialmente a dor.

A visita ao ginecologista é obrigatória para diagnóstico diferencial, afastando doenças graves e orientando a prevenção e controle da dor.

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