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6 dúvidas frequentes sobre videohisteroscopia diagnóstica

6 dúvidas frequentes sobre videohisteroscopia diagnóstica

Quando o ginecologista solicita à paciente uma videohisteroscopia diagnóstica, é bastante comum surgirem dúvidas. Conheça a resposta para questões recorrentes sobre este exame ginecológico, que é um grande aliado da saúde feminina.

  1. Para que serve o exame?

A videohisteroscopia diagnóstica permite investigar alterações no interior do útero da mulher, desde o canal endocervical até a cavidade uterina. Geralmente, o ginecologista solicita este exame em casos de sangramento anormal, infertilidade, aderências uterinas, abortamentos repetidos, além de suspeitas de pólipos e miomas.

  1. Como é feito?

Com a paciente em posição ginecológica, o especialista introduz no canal vaginal um histeroscópio, instrumento muito delicado que mede de 1 a 2 mm de espessura. Além de emissor de luz, o aparelho conta com uma microcâmera, que capta imagens em tempo real e as transmite a um monitor, permitindo ao médico visualizar o interior do útero. Em alguns casos, o pedido do exame pode vir acompanhado de uma biópsia, isto é, a retirada de porção do tecido lesionado para análise laboratorial.

  1. Vou sentir dor?

O exame não requer anestesia e a maioria das mulheres sente apenas um ligeiro desconforto, que pode ser menor quando o especialista que realiza o exame é experiente e o equipamento muito delicado, como você encontra na Scope.

Ao iniciar o exame, o médico experiente sabe quando será possível completá-lo e quando deve parar e remarcar o exame com sedação, para maior conforto da paciente. Neste caso, o exame deverá ser reprogramado para ser realizado em hospital, com anestesia. Apenas a experiência de um médico especializado neste tipo de procedimento pode evitar a sensação desagradável e cólicas intensas de um exame realizado sem anestesia em uma paciente que não tem as condições físicas para fazê-lo (canal do útero muito estreito, por exemplo).

  1. Pode ser feito no consultório?

Não exatamente em consultório, mas em clínicas como a Scope, que possuem equipamentos adequados de última geração e equipe médica altamente treinada.  Trata-se de um procedimento rápido, que dura cerca de 10 a 15 minutos quando realizado em clínica especializada em endoscopia ginecológica. Após o exame, a paciente pode retomar suas atividades cotidianas normalmente.

Vale lembrar que somente em 5% dos casos não é possível realizar o exame sem anestesia. Isto ocorre em pacientes onde o acesso ao útero é muito estreito ou muito tortuoso. Nestes casos, o exame deve ser programado para ser realizado em hospital com anestesia.

  1. O que pode ser descoberto?

Por meio do exame, o médico especialista pode avaliar o formato, a simetria e o tamanho do útero, assim como a aparência do endométrio e a abertura das tubas uterinas. As imagens ainda permitem visualizar a presença de lesões como pólipos, miomas, câncer e hiperplasias de endométrio, má formações uterinas, etc. Apenas o ginecologista pode analisar os resultados e, quando necessário, solicitar exames complementares.

  1. Há contraindicações?

O exame é contraindicado para grávidas e mulheres com infecção genital. Deve ser realizado quando a paciente não está menstruada, pois o sangramento atrapalha a visualização.

A Scope Ginecologia Mini Invasiva cuida da saúde integral da mulher em todas as fases da vida. 

Através de técnicas mini invasivas, tratamos doenças como: Endometriose, Pólipos, Miomas, Cistos Ovarianos e muito mais.

Somos especialistas em cirurgia de video como: Videolaparoscopia, Videohisteroscopia, Cirurgia Robótica.

Para mais informações e marcar consultas, fale via whatsapp:11.99228.5875 ou via telefone: 11.3849.1818. 

Diretora Técnica Responsável pela SCOPE Ginecologia Mini Invasiva:

Dra. Ivani Pires de Andrade Kehdi – CRM-SP 30293 / RQE 8614 e 8615

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